Rondônia, 13 de Setembro de 2026
Vereador Fernando Silva pede exoneração do comandante-geral da PMRO após tensão em reunião na Assembleia Legislativa

Vereador Fernando Silva pede exoneração do comandante-geral da PMRO após tensão em reunião na Assembleia Legislativa

O parlamentar reforçou que sua manifestação não tem caráter pessoal, mas sim institucional

Porto Velho, RO - O vereador Fernando Silva veio a público nesta quarta-feira (10) solicitar a exoneração imediata do comandante-geral da Polícia Militar de Rondônia, coronel Braguin, após episódios de tensão registrados durante uma reunião institucional na Assembleia Legislativa. Segundo relatos, o oficial teria provocado e desrespeitado parlamentares, o que gerou forte repercussão entre deputados e integrantes da segurança pública.

De acordo com o vereador, a conduta atribuída ao comandante-geral foi “arrogante, provocativa e incompatível com o cargo que ocupa”. A situação, segundo ele, teria abalado a relação institucional com o Poder Legislativo.

“Após os acontecimentos de hoje, onde o comandante-geral provoca e faz pouco caso dos deputados estaduais do estado de Rondônia, venho a público pedir ao Governador que exonere o coronel Braguin o quanto antes. Se o governador não fizer isso, corre sério risco de perder o comando da tropa, pois esse cidadão não tem a mínima condição de estar à frente de homens honestos e honrados da PM e BM de Rondônia”, declarou Fernando Silva.

O vereador destacou ainda que tanto a Polícia Militar quanto o Corpo de Bombeiros são compostos por profissionais dedicados, que necessitam de uma liderança “equilibrada, respeitosa e alinhada ao diálogo com os poderes constituídos”.

Segundo ele, a manifestação tem caráter exclusivamente institucional. Em sua avaliação, manter o atual comandante no cargo poderia gerar instabilidade interna e prejudicar a relação entre a corporação militar e a Assembleia Legislativa.

“A tropa é formada por homens e mulheres honrados. Não podemos permitir que um comando despreparado coloque em risco o respeito e a estabilidade da corporação”, afirmou.

Até o momento, o Governo de Rondônia ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Fonte: Assessoria

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