Rondônia, 24 de maio de 2026
Líderes europeus condenam invasão de míssil da Rússia na Polônia

Líderes europeus condenam invasão de míssil da Rússia na Polônia

Objeto causou explosão em área rural que abriu cratera de dez metros; Macron e Von der Leyen criticaram ocorrido

Rússia diz ter testado míssil balístico nuclear Yars • Ministério da Defesa da Rússia

Porto Velho, RO - Líderes europeus, incluindo o presidente francês Emmanuel Macron e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, condenaram veementemente o ataque da Rússia à Ucrânia nesta quinta-feira e o lançamento isolado de um míssil russo na Polônia.

O míssil caiu em uma área pouco urbanizada perto da vila de Tarnawa-Kolonia, na província de Lublin, leste do país, informou o Exército polonês. A polícia polonesa disse que moradores relataram ter ouvido uma forte explosão, que causou uma cratera de dez metros.

Von der Leyen afirmou que o míssil russo que caiu na Polônia é mais uma "violação inaceitável" do espaço aéreo da União Europeia.

"Para pôr fim a isso, estamos ajudando a Ucrânia a vencer esta guerra de todas as maneiras possíveis. E estamos construindo uma arquitetura de segurança europeia robusta em terra, no mar e no ar", escreveu ela na rede social X.

O presidente Emmanuel Macron afirmou nesta quinta-feira (30) que a França condena veementemente os mais recentes ataques russos contra a Ucrânia, bem como a violação do espaço aéreo polonês.

"Nosso apoio à Ucrânia e aos nossos aliados é inabalável", acrescentou Macron também em uma publicação no X, dirigida também ao presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy e ao primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk.

O comandante supremo aliado da Otan, General Alexus G. Grynkewich, conversou nesta quinta-feira (30) com o chefe do Estado-Maior Conjunto da Polônia, general Wieslaw Kukulan, para discutir a resposta à queda de um míssil russo em território polonês, informou um porta-voz do quartel-general militar da Otan.

"A Otan e a Polônia ativaram suas defesas aéreas e terrestres" em resposta à entrada do míssil russo no espaço aéreo polonês, afirmou o porta-voz em um comunicado enviado por e-mail. O caso permanece sob investigação.


Grynkewich "ressaltou que a aliança continuará a tomar todas as medidas necessárias para defender o território da Otan", declarou o porta-voz.

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