Sete pessoas são presas por suspeita de integrar facção que torturava e matava em área de fronteira em RO

Sete pessoas são presas por suspeita de integrar facção que torturava e matava em área de fronteira em RO

Prisões ocorreram durante a segunda fase da Operação Império da Lei. Grupo é investigado por homicídios, tráfico de drogas, corrupção de menores e homicídios.

Polícia Civil — Foto: Reprodução/Polícia Civil (PC)

Porto Velho, RO - A Polícia Civil de Rondônia prendeu, na manhã desta quarta-feira (17), sete suspeitos de integrar uma facção criminosa que atua com extrema violência na região de fronteira entre os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim. As prisões ocorreram no distrito de Nova Dimensão, durante a segunda fase de uma operação policial.

Segundo as investigações, o grupo é o mesmo alvo da primeira etapa da operação, realizada em outubro deste ano, quando 12 pessoas foram presas. De acordo com a polícia, a facção utilizava torturas, execuções e ameaças como estratégia para impor medo à população e manter o controle territorial na região.

Durante a ação desta segunda fase, um dos suspeitos foi flagrado com uma pistola Glock calibre 9mm, arma institucional pertencente à Polícia Civil do Mato Grosso. Para os investigadores, a apreensão evidencia o alto grau de periculosidade da organização criminosa.

A facção também é investigada por envolvimento em diversos crimes, incluindo tráfico de drogas, homicídios qualificados, corrupção de menores, incêndios criminosos e sabotagem de serviços de comunicação na região de fronteira.

Na primeira fase da operação, além das prisões e mandados de busca e apreensão, a polícia recolheu celulares, dinheiro e armas, além de cumprir a apreensão de um menor infrator. A Justiça também autorizou a quebra de sigilo de dados dos investigados, medida que deve contribuir para o aprofundamento das investigações.

Com as novas prisões, a Polícia Civil avalia que a atuação da facção foi significativamente enfraquecida, mas reforça que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e desarticular completamente o grupo criminoso.

Fonte: G1/RO

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