Porto Velho, RO - A 6ª edição da Teia Nacional - Pontos de Cultura será realizada entre os dias 24 e 29 de março, no município de Aracruz, reunindo fazedores de cultura de todo o país em um dos maiores encontros do segmento cultural brasileiro.
Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, o evento será um espaço de debates, intercâmbios e fortalecimento da política Cultura Viva, promovendo reflexões sobre arte, território, meio ambiente e direitos culturais.
🎬 Documentário rondoniense ganha destaque na programação
Entre as produções selecionadas para exibição está o documentário “Como Matar um Rio”, dirigido por Chicão Santos, evidenciando a força do audiovisual produzido em Rondônia.
Lançado em 2025, o filme dá voz às comunidades ribeirinhas da região do Baixo Madeira, retratando a realidade e os desafios enfrentados pelos moradores diante das transformações ambientais. Com uma abordagem poética e imagens marcantes, o documentário propõe uma reflexão sobre preservação ambiental, cultura popular e os impactos da seca e das queimadas que atingiram a Amazônia em 2024.
Para o diretor, a participação na Teia representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade das populações ribeirinhas e fortalecer o debate sobre biodiversidade e identidade cultural.
“Com o incentivo de leis como a Paulo Gustavo, é possível produzir projetos que mostram a realidade amazônica e alcançar um público cada vez maior para discutir a realidade vivida por várias comunidades no Brasil”, destacou Chicão Santos.
🌎 Reconhecimento internacional
Desde o lançamento, o longa vem acumulando participações em festivais nacionais e internacionais, como:
* International Festival of Red Cross and Health Films (Bulgária)* Festival Internacional de Cine de Yopal (Colômbia)
* PLANETA.doc (Brasil)
* Uganda Film Festival (Uganda)
* Rani Durgavati International Film Festival (Índia)
* Festival Guarnicê de Cinema (Brasil)
🎥 Apoio cultural
“Como Matar um Rio” foi viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital 001/2024 da Funcultural, com apoio da Prefeitura de Porto Velho, do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil.
A presença do documentário na Teia Nacional reforça o protagonismo da produção cultural amazônica no debate sobre justiça climática e sustentabilidade.