Porto Velho, RO - Em sequência à estruturação dos Conselhos Tutelares, como parte da implementação do programa Criança Protegida, o Governo de Rondônia entregou, na terça-feira (10), por meio da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social de Rondônia (Seas), 10 tablets para os conselheiros que atuam nas duas unidades do município de Ji-Paraná.
Na quarta-feira (11), outros cinco equipamentos foram entregues em Nova Brasilândia d'Oeste; e, na quinta-feira (12), foi a vez dos cinco profissionais de Jaru receberem os aparelhos.
Até o momento, também já foram contemplados quatro Conselhos Tutelares de Porto Velho, além de um em Guajará-Mirim e outro em Nova Mamoré, cada um com cinco unidades, totalizando 30 tablets entregues até agora. Ao todo, serão distribuídos 295 equipamentos, com investimento de R$ 261.665 mil.
Os aparelhos vão garantir mais agilidade ao trabalho dos conselheiros tutelares, especialmente na alimentação do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia), permitindo o registro de ocorrências em tempo real, diretamente no local de atendimento.
Para o governador Marcos Rocha, a equipagem dos 59 Conselhos Tutelares distribuídos pelos 52 municípios do estado visa não apenas modernizar os meios disponíveis, mas também assegurar maior efetividade nas ações dessas instituições.
“São muitos os desafios enfrentados pelos conselheiros para a garantia dos direitos das crianças e adolescentes, mas em parceria com os municípios, o estado vem garantindo espaços estruturados e mais adequados para o atendimento e o desenvolvimento das atividades institucionais, como consolidação do programa Criança Protegida”, destacou.
A secretária da Seas, Luana Rocha, ressaltou que o programa contempla diversas etapas, incluindo campanhas de conscientização, capacitação continuada dos agentes públicos e a equipagem das unidades. Segundo ela, já foram entregues 191 computadores, 58 impressoras, 58 bebedouros, 58 aparelhos de ar-condicionado e 58 caminhonetes.
“Os Conselhos Tutelares são a porta de entrada para denúncias sobre violação de direitos, por isso os profissionais que atuam neles precisam dispor de condições físicas, materiais e técnicas para melhor desempenho de suas atividades, garantindo mais dignidade e efetividade no atendimento às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade”, reforçou.
Além de agilizar o registro no Sipia, os tablets fortalecem a integração entre os Conselhos Tutelares e os demais órgãos do sistema de defesa e possibilitam capacitação virtual e formação continuada aos conselheiros.