Governo quer versão do projeto que contemple a proposta original, alegando que ela fortalece o combate às facções criminosas
Gleisi diz esperar que Derrite “tenha sensibilidade e não traga questões políticas” na revisão do projetoMontagem: Lula Marques/Agência Brasil - arquivo, Valdenio Vieira/SEAUD-PR - arquivo
Porto Velho, RO - A ministra da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), Gleisi Hoffmann, afirma não ver problema em o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) relatar novamente o texto do PL Antifacção, desde que ele “tenha sensibilidade e não traga questões políticas” na revisão do projeto.
Gleisi Hoffman pondera que o Palácio do Planalto prioriza a versão do Senado, por contemplar a proposta original do governo e fortalecer o combate às facções criminosas.
Derrite foi o primeiro relator do PL Antifacção quando o Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou a medida ao Congresso. A escolha de seu nome, no entanto, foi vista como uma derrota pelo Executivo, que criticou as seis versões apresentadas pelo deputado.
A SRI teve uma articulação densa no Senado para mudar o que considerava um enfraquecimento da PF (Polícia Federal) e do combate às facções no relatório de Derrite. Na Casa Revisora, o texto foi relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE), que costurou mudanças ouvindo o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O receio do Planalto, no entanto, é perder novamente os avanços da medida na tramitação da Câmara. O líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), chegou a defender nesta semana a substituição de Derrite por outro relator.
Historicamente, o parlamentar designado relator no início da tramitação na Câmara mantém a função quando o projeto retorna do Senado.
Porto Velho, RO - A ministra da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), Gleisi Hoffmann, afirma não ver problema em o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) relatar novamente o texto do PL Antifacção, desde que ele “tenha sensibilidade e não traga questões políticas” na revisão do projeto.
Gleisi Hoffman pondera que o Palácio do Planalto prioriza a versão do Senado, por contemplar a proposta original do governo e fortalecer o combate às facções criminosas.
Derrite foi o primeiro relator do PL Antifacção quando o Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou a medida ao Congresso. A escolha de seu nome, no entanto, foi vista como uma derrota pelo Executivo, que criticou as seis versões apresentadas pelo deputado.
A SRI teve uma articulação densa no Senado para mudar o que considerava um enfraquecimento da PF (Polícia Federal) e do combate às facções no relatório de Derrite. Na Casa Revisora, o texto foi relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE), que costurou mudanças ouvindo o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O receio do Planalto, no entanto, é perder novamente os avanços da medida na tramitação da Câmara. O líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), chegou a defender nesta semana a substituição de Derrite por outro relator.
Historicamente, o parlamentar designado relator no início da tramitação na Câmara mantém a função quando o projeto retorna do Senado.
Fonte: R7
Tags
Brasil