Lula diz que governo termina ano em situação favorável, mas avalições são afetadas pela polarização política

Lula diz que governo termina ano em situação favorável, mas avalições são afetadas pela polarização política

A declaração de Lula foi feita na última reunião ministerial do ano, nesta quarta-feira (17/12), na Granja do Torto, em Brasília

Porto Velho, RO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (17) que o governo encerra o ano em uma “situação amplamente favorável”, embora esse desempenho não se reflita plenamente nas pesquisas de opinião pública. Segundo o presidente, a polarização política no país dificulta uma avaliação mais equilibrada da gestão.

A declaração foi feita durante a última reunião ministerial do ano, realizada na Granja do Torto, em Brasília.

“Conseguimos terminar o ano em uma situação amplamente favorável, embora isso não apareça com a força que deveria nas pesquisas de opinião pública. Não aparece porque existe uma polarização política no país”, afirmou Lula.

Para ilustrar o cenário, o presidente comparou o ambiente político a rivalidades do futebol brasileiro. “É como Corinthians e Palmeiras, Ceará e Fortaleza, Grêmio e Internacional, Atlético Mineiro e Cruzeiro, Flamengo e Vasco. Uma rivalidade em que ninguém muda de posição, a não ser em momentos extremos”, disse.

Balanço e agenda eleitoral

A reunião foi convocada para discutir o balanço das principais entregas do governo em 2025, entre elas a sanção da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, além de outras ações voltadas à área social.

Lula também abordou a transição ministerial prevista para os próximos meses, com a saída de ministros que devem disputar as eleições em 2026.

Além do presidente, participam do encontro o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ministros como Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social), que devem se manifestar ao longo da reunião.

Também estão presentes presidentes de bancos públicos e líderes do governo no Congresso Nacional. O encontro deve se estender até a tarde, com intervalo para um almoço de confraternização.

Fonte: Metrópoles

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