Rondônia, 31 de março de 2026
Moraes autoriza visitas a generais Heleno e Nogueira, presos por participação na trama golpista

Moraes autoriza visitas a generais Heleno e Nogueira, presos por participação na trama golpista

Eles estão presos no Comando Militar do Planalto, em Brasília

© Lula Marques e Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Porto Velho, RO - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (27) que os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira recebam visitas de familiares no Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília, onde estão presos após serem condenados na ação penal da trama golpista.

De acordo com a decisão, Heleno poderá receber a esposa, a filha, o genro e o general Fernando Azevedo e Silva, amigo da família. Já Nogueira está autorizado a receber a esposa, os filhos, netos e genros. As visitas deverão seguir integralmente as regras e protocolos internos do CMP.

Ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno foi condenado a 21 anos de prisão. Paulo Sérgio Nogueira, que comandou o Ministério da Defesa no governo Bolsonaro, recebeu pena de 19 anos.

Confira as penas e locais de prisão dos condenados na ação do golpe:

    * Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e 3 meses
    Local de prisão: Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

    Walter Braga Netto – ex-ministro e candidato a vice-presidente em 2022: 26 anos
    Local de prisão: Vila Militar, no Rio de Janeiro.

    Almir Garnier – ex-comandante da Marinha: 24 anos
    Local de prisão: Instalações da Estação Rádio da Marinha, em Brasília.

    Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF: 24 anos
    Local de prisão: 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, no Complexo da Papuda, Brasília.

    Augusto Heleno – general e ex-ministro do GSI: 21 anos
    Local de prisão: Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.

    Paulo Sérgio Nogueira – general e ex-ministro da Defesa: 19 anos
    Local de prisão: Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.

Fonte: Agência Brasil

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