Rondônia, 24 de maio de 2026
Grupo de integridade identifica possível manipulação em jogos da Copa

Grupo de integridade identifica possível manipulação em jogos da Copa


Após análise das 104 partidas da Copa do Mundo, o Grupo de Copenhague identificou sete alertas de possível manipulação


Porto Velho, RO - Sete partidas da Copa do Mundo de 2026 chamaram a atenção do Grupo de Copenhague, entidade dedicada ao combate à manipulação de competições esportivas, por suspeita de possível manipulação. A organização analisou 104 jogos do Mundial e identificou comportamentos atípicos, principalmente em sites de apostas.

Ao longo do torneio, 15 duelos passaram por monitoramento reforçado, especialmente na rodada final da fase de grupos, sete receberam “alerta amarelo” e 12 “grandes controvérsias” foram avaliadas sob a perspectiva de risco à integridade.

De acordo com o grupo, “o trabalho concentrou-se nos mercados de apostas, nas oscilações das cotações (odds) e na retirada de ofertas de apostas, utilizando inteligência de fontes abertas (OSINT) e inteligência de mídias sociais (SOCMINT)”.

O The Athletic apontou que um resumo foi publicado nos últimos dias e destacou três episódios que chamaram a atenção: a expulsão de Themba Zwane, da África do Sul, contra o México; a possibilidade de empate ou derrota da Espanha diante de Cabo Verde; e a demora de três minutos do VAR para anular um gol de Ferran Torres na vitória dos espanhóis sobre a Arábia Saudita.

Nos últimos dois casos, a movimentação foi de US$ 4,8 milhões (aproximadamente R$ 26 milhões). Outra situação citada foi a possibilidade de Falorin Balogun, dos Estados Unidos, jogar contra a Bélgica, o que foi confirmado poucos dias depois.

Uma pergunta foi aberta em um site de apostas após o cartão vermelho recebido pelo jogador durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina pelos 16 avos de final.

A Força-Tarefa de Integridade da Fifa afirmou não ter identificado “nenhuma atividade de aposta suspeita ou indicação de manipulação de partidas relacionada a qualquer jogo” durante a Copa do Mundo.

Fonte: Metrópoles

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