Agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão no Rio, Niterói e Caxias; investigados mantinham patrimônio em nome de terceiros
Dinheiro e relógio de luxo foram encontrados em empresa vinculada ao principal investigado Reprodução/Polícia Federal
Porto Velho, RO - A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (30), a segunda fase da Operação Anáfora, que tem como objetivo combater um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do desvio de recursos públicos, especialmente verbas destinadas à área da saúde, no estado do RJ.
As diligências ocorrem em endereços ligados aos alvos da investigação nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias. Ao todo, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão.
O principal investigado pela PF nesta operação é Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias. De acordo com fontes ouvidas pelo R7, o político é dono da empresa WR Participações, que é supostamente administrada por sua irmã, Jane Reis.
Essa empresa possui quase 300 imóveis e características de lavagem de dinheiro, já que a cidade de Duque de Caxias está sofrendo um processo intenso de loteamento e diversas empresas “parceiras” são colocadas em imóveis da WR Participações.
Quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em endereços ligados a Washington Reis: a empresa Laticínio Vale Carioca, em sua matriz e filial, além das residências de Rodrigo Vieira Rangel e Carlos Tadeu Ferreira Vieira, parceiros do político na suposta lavagem de dinheiro por meio desta empresa.
De acordo com a Polícia Federal, o aprofundamento das investigações ocorreu após a primeira fase da Operação Anáfora, realizada em 2022. As apurações identificaram indícios de que os investigados mantinham patrimônio registrado em nome de terceiros, realizavam despesas incompatíveis com a renda declarada e participavam de negociações envolvendo imóveis como forma de ocultar a origem dos recursos.
Os investigados poderão responder, conforme o grau de participação de cada um, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados ao longo das investigações.
O R7 tenta localizar a defesa de Washington Reis e da empresa WR Participações. O espaço está aberto para manifestação.
Porto Velho, RO - A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (30), a segunda fase da Operação Anáfora, que tem como objetivo combater um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do desvio de recursos públicos, especialmente verbas destinadas à área da saúde, no estado do RJ.
As diligências ocorrem em endereços ligados aos alvos da investigação nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias. Ao todo, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão.
O principal investigado pela PF nesta operação é Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias. De acordo com fontes ouvidas pelo R7, o político é dono da empresa WR Participações, que é supostamente administrada por sua irmã, Jane Reis.
Essa empresa possui quase 300 imóveis e características de lavagem de dinheiro, já que a cidade de Duque de Caxias está sofrendo um processo intenso de loteamento e diversas empresas “parceiras” são colocadas em imóveis da WR Participações.
Quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em endereços ligados a Washington Reis: a empresa Laticínio Vale Carioca, em sua matriz e filial, além das residências de Rodrigo Vieira Rangel e Carlos Tadeu Ferreira Vieira, parceiros do político na suposta lavagem de dinheiro por meio desta empresa.
De acordo com a Polícia Federal, o aprofundamento das investigações ocorreu após a primeira fase da Operação Anáfora, realizada em 2022. As apurações identificaram indícios de que os investigados mantinham patrimônio registrado em nome de terceiros, realizavam despesas incompatíveis com a renda declarada e participavam de negociações envolvendo imóveis como forma de ocultar a origem dos recursos.
Os investigados poderão responder, conforme o grau de participação de cada um, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados ao longo das investigações.
O R7 tenta localizar a defesa de Washington Reis e da empresa WR Participações. O espaço está aberto para manifestação.
Fonte: R7
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