Porto Velho, RO - Uma pesquisa de opinião pública realizada pelo Instituto Phoenix de Pesquisa revelou o cenário inicial da corrida para a Assembleia Legislativa de Rondônia nas eleições de 2026. O levantamento, de caráter estimulado e quantitativo, aponta a liderança de Alan Queiroz, mas também evidencia um alto índice de eleitores indecisos.
Principais resultados
No questionamento sobre “em quem você votaria para deputado estadual”, Alan Queiroz aparece em primeiro lugar com 7,39% das intenções de voto (37 citações). Em seguida estão:
- Eyder Brasil – 6,19%
- Márcio Pacele – 5,99%
- Dra. Taíssa – 4,79%
- Dr. Breno Mendes – 3,79%
Na sequência aparecem:
- Allen Goinianinho – 3,19%
- Everaldo Fogaça – 2,40%
- Zequinha Araújo – 1,80%
Outros pré-candidatos, como Marcelo Cruz, Paulo Moraes Jr e Dr. Rodrigo Rafael, aparecem com índices entre 1% e 1,4%.
Já nomes conhecidos como Laerte Gomes e Airton Gurgacz registram 0,40% cada na sondagem estimulada.
Alto número de indecisos
Apesar da liderança pontual, o dado que mais chama atenção é o volume de eleitores que ainda não definiram seu voto:
- Não sabe / Não opinou: 26,95%
- Nenhum / Nulo: 18,16%
Somados, esses grupos representam mais de 45% do eleitorado, indicando que o cenário permanece aberto e sujeito a mudanças ao longo do período pré-eleitoral.
Metodologia
- Amostra: 501 entrevistados
- Período: 15 a 17 de abril de 2026
- Margem de erro: ±2,7%
- Nível de confiança: 95%
- Abrangência: 4 municípios de Rondônia
- Registro: nº 07427-2026 (STE-BR)
O estudo foi conduzido sob responsabilidade estatística de Augusto da Silva Rocha e contratado pelo Jornal Correio Continental.
Cenário indefinido
A pesquisa indica que, embora alguns nomes já apareçam à frente, a disputa por vagas na Assembleia Legislativa de Rondônia ainda está em aberto. O elevado número de indecisos reforça que o período de pré-campanha será determinante para a consolidação das candidaturas.
Para analistas políticos, o momento é de baixa cristalização do voto, com amplo espaço para crescimento de candidatos e possíveis mudanças no cenário eleitoral nos próximos meses.