Porto Velho, RO - A Prefeitura de Porto Velho publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (27) o decreto de Situação de Emergência nas comunidades atingidas pela subida do Rio Madeira, que atingiu a marca de 15,10 metros.
De acordo com dados da Superintendência Municipal da Defesa Civil, a calha do rio Madeira é de 15 metros, motivo pelo qual diversas comunidades localizadas ao longo do Baixo, Médio e Alto Madeira já enfrentam problemas causados pela cheia.
Estão incluídas no decreto as comunidades de:
* Brasileira,
* Boca do Jamary,
* Belmont,
* Itacuã,
* Pau D’Arco,
* Bom Jardim,
* Ramal da Alegria,
* Mutuns,
* Ramal São Miguel (Gleba Cuniã),
* Niterói,
* Maravilha I
* e Maravilha II,
* Terra Firme,
* Ilha Nova,
* Ressaca,
* Conceição da Galera,
* Bom Fim,
* Santa Catarina,
* Pombal,
* Firmeza,
* Papagaios,
* Ilha de Assunção,
* Tira Fogo,
* São José da Praia,
* Boa Vitória,
* Lago do Cuniã
* e Fortaleza do Abunã.
A Situação de Emergência é decretada após análise técnica que considera não apenas o nível do rio, mas também o número de pessoas atingidas pelo avanço das águas, que provoca destruição de plantações, vulnerabilidade social, escassez de água potável, falta de medicamentos e outros impactos.
Com a medida, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a SMPDC nas ações de resposta ao desastre
Com a medida, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a coordenação da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMPDC) nas ações de resposta ao desastre.
De acordo com o superintendente da SMPDC, Marcos Berti, o decreto é fundamental para agilizar as ações de enfrentamento à cheia.
“Dentro do contexto que estamos vivenciando, com a cota do rio acima dos 15 metros e já atingindo comunidades do Alto, Médio e Baixo Madeira, o decreto de emergência é de fundamental importância para a Defesa Civil e para o município. Esse decreto chega para agilizar e facilitar trâmites que, em uma situação de normalidade, seriam mais burocráticos.
A medida viabiliza a busca de recursos com maior flexibilidade administrativa, acelera procedimentos de compras, logística e atendimento, além de fortalecer o compartilhamento de informações entre secretarias e demais esferas de governo. Isso reforça os planos de ação voltados à mitigação, resposta e restabelecimento, garantindo atendimento coordenado às comunidades ribeirinhas em situação de vulnerabilidade, com entrega de bens essenciais, dignidade, urgência e atendimento humanizado”, destacou Marcos Berti.
Segundo o prefeito Léo Moraes, o decreto busca garantir assistência às famílias afetadas.
Outras áreas poderão ser incluídas na Situação de Emergência conforme a evolução da cheia e novos levantamentos da Defesa Civil Municipal.
A Situação de Emergência é decretada após análise técnica que considera não apenas o nível do rio, mas também o número de pessoas atingidas pelo avanço das águas, que provoca destruição de plantações, vulnerabilidade social, escassez de água potável, falta de medicamentos e outros impactos.
Com a medida, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a SMPDC nas ações de resposta ao desastreCom a medida, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a coordenação da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMPDC) nas ações de resposta ao desastre.
De acordo com o superintendente da SMPDC, Marcos Berti, o decreto é fundamental para agilizar as ações de enfrentamento à cheia.
“Dentro do contexto que estamos vivenciando, com a cota do rio acima dos 15 metros e já atingindo comunidades do Alto, Médio e Baixo Madeira, o decreto de emergência é de fundamental importância para a Defesa Civil e para o município. Esse decreto chega para agilizar e facilitar trâmites que, em uma situação de normalidade, seriam mais burocráticos.
A medida viabiliza a busca de recursos com maior flexibilidade administrativa, acelera procedimentos de compras, logística e atendimento, além de fortalecer o compartilhamento de informações entre secretarias e demais esferas de governo. Isso reforça os planos de ação voltados à mitigação, resposta e restabelecimento, garantindo atendimento coordenado às comunidades ribeirinhas em situação de vulnerabilidade, com entrega de bens essenciais, dignidade, urgência e atendimento humanizado”, destacou Marcos Berti.
Segundo o prefeito Léo Moraes, o decreto busca garantir assistência às famílias afetadas.
“É uma medida que visa assegurar essas comunidades afetadas pela cheia do rio Madeira. O decreto ampara nossas equipes para cuidar melhor dessas pessoas que tanto precisam da presença do poder público nesses momentos”.
Outras áreas poderão ser incluídas na Situação de Emergência conforme a evolução da cheia e novos levantamentos da Defesa Civil Municipal.
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