Rondônia, 31 de março de 2026
Começa julgamento do caso Clei Bagattini, dentista morto no próprio consultório em RO

Começa julgamento do caso Clei Bagattini, dentista morto no próprio consultório em RO

Clei Bagattini, de 50 anos, foi morto a tiros por um paciente que havia tentado marcar uma consulta — Foto: Reprodução/redes sociais

Porto Velho, RO - 
Começou, na manhã desta sexta-feira (24), o julgamento do casal acusado de participação na morte do dentista Clei Bagattini, ocorrida em Vilhena (RO). Os réus são Raqueline Leme Machado e o namorado dela, Maikon Sega Araújo.

https://g1.globo.com/ro/rondonia/videos-jornal-de-rondonia-1-edicao/video/casal-que-planejou-assassinato-de-dentista-em-vilhena-vai-a-juri-popular-14542235.ghtml
Casal que planejou assassinato de dentista em Vilhena vai a júri popular

Clei Bagattini foi morto a tiros dentro do próprio consultório, em julho de 2024. O autor dos disparos, Maicon Raimundo, se passou por paciente para se aproximar da vítima. O suspeito morreu durante uma troca de tiros com a polícia no município de Colniza (MT), após passar cinco meses foragido.

O julgamento ocorre no Fórum Desembargador Leal Fagundes. O Júri é composto por cinco mulheres e dois homens.

Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), devem ser ouvidas cerca de 20 testemunhas:

    * 2 de acusação,
    * 8 de defesa,
    * 10 comuns à promotoria e à defesa.

Maikon Sega Araújo aguardou o julgamento em uma unidade prisional. Já Raqueline Leme Machado está em prisão domiciliar, monitorada por tornozeleira eletrônica.

O g1 entrou em contato com a defesa dos réus, que optou por se pronunciar apenas após a sentença.

Relembre o caso

Imagens de câmeras de monitoramento e informações da secretaria do dentista apontam que o suspeito esteve duas vezes na clínica antes do crime: na primeira vez ele pediu para ser atendido especificamente por Clei e na segunda vez foi confirmar a consulta.

Durante coletiva de imprensa, a Polícia Civil revelou que o assassinato do dentista Clei Bagattini foi encomendado. Ou seja, o principal suspeito do assassinato foi pago para executar o “serviço”. A polícia ainda não identificou o mandante do crime.

A polícia também informou que os suspeitos de envolvimento na morte do dentista Clei Bagattini se reuniram em uma chácara e fizeram um churrasco para planejar os detalhes finais do assassinato.

Fonte: G1/RO

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