Pelo menos dois petroleiros atravessaram a passagem marítima nesta quarta-feira (8) antes da nova interrupção
Vista aérea da ilha de Qeshm, separada do continente iraniano pelo Estreito de Clarence, no Estreito de Ormuz. REUTERS/Stringer • Nicolas Economou
Porto Velho, RO - O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz após ataques de Israel contra o Líbano nesta quarta-feira (8), em uma medida que aumenta a tensão no Oriente Médio e afeta o transporte global de petróleo.
Segundo informações das agências Tasnim e Fars, o Irã considera abandonar o cessar-fogo recentemente firmado, que previa a suspensão de ataques em todas as frentes por duas semanas, incluindo o território libanês.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, havia afirmado que o Líbano estava incluído no acordo entre Israel, Estados Unidos e Irã, mas o Exército israelense declarou que os ataques ao Hezbollah no país continuariam.
Israel realizou nesta quarta-feira (8) o que classificou como o maior ataque ao Líbano desde o início do conflito. Autoridades iranianas afirmaram que suas forças armadas já estão definindo possíveis alvos para responder às agressões e alertaram que, caso os Estados Unidos não consigam conter Israel, o Irã atuará “com força”.
Antes do fechamento total do estreito, dois petroleiros haviam sido autorizados a atravessar a rota estratégica desde que o cessar-fogo entrou em vigor. Com o bloqueio, o fluxo de navios foi interrompido, afetando diretamente o mercado internacional de petróleo.
A situação representa uma escalada significativa na região, com riscos para a estabilidade do Líbano, das fronteiras de Israel e da segurança energética global.
Os ataques de Israel no Líbano nesta quarta-feira (8) mataram 89 pessoas e feriram outras 700 pessoas, disse um porta-voz do Ministério da Saúde do Líbano à agência de notícias Reuters.
O porta-voz afirmou que 12 profissionais de saúde estavam entre os mortos no sul do país.
Os ataques atingiram diferentes áreas de Beirute, incluindo uma região próxima ao calçadão à beira-mar. Imagens mostram prédios danificados e fumaça intensa, enquanto ambulâncias circulam continuamente pela cidade.
De acordo com o Ministério da Saúde libanês, mais de 1.500 pessoas já morreram e cerca de 4.800 ficaram feridas desde o início do conflito, números divulgados antes da ofensiva mais recente.
O Exército de Israel classificou a ação como a maior operação coordenada no país até agora. Segundo os militares, mais de 100 alvos ligados ao Hezbollah foram atingidos em Beirute, no Vale do Bekaa e no sul do território.
Em comunicado, o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que centenas de integrantes do grupo apoiado pelo Irã foram atingidos. Ele descreveu a ofensiva como o maior golpe contra a organização desde setembro de 2024, quando uma ação israelense provocou a explosão de milhares de dispositivos usados por seus membros.
Porto Velho, RO - O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz após ataques de Israel contra o Líbano nesta quarta-feira (8), em uma medida que aumenta a tensão no Oriente Médio e afeta o transporte global de petróleo.
Segundo informações das agências Tasnim e Fars, o Irã considera abandonar o cessar-fogo recentemente firmado, que previa a suspensão de ataques em todas as frentes por duas semanas, incluindo o território libanês.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, havia afirmado que o Líbano estava incluído no acordo entre Israel, Estados Unidos e Irã, mas o Exército israelense declarou que os ataques ao Hezbollah no país continuariam.
Israel realizou nesta quarta-feira (8) o que classificou como o maior ataque ao Líbano desde o início do conflito. Autoridades iranianas afirmaram que suas forças armadas já estão definindo possíveis alvos para responder às agressões e alertaram que, caso os Estados Unidos não consigam conter Israel, o Irã atuará “com força”.
Antes do fechamento total do estreito, dois petroleiros haviam sido autorizados a atravessar a rota estratégica desde que o cessar-fogo entrou em vigor. Com o bloqueio, o fluxo de navios foi interrompido, afetando diretamente o mercado internacional de petróleo.
A situação representa uma escalada significativa na região, com riscos para a estabilidade do Líbano, das fronteiras de Israel e da segurança energética global.
Os ataques de Israel no Líbano nesta quarta-feira (8) mataram 89 pessoas e feriram outras 700 pessoas, disse um porta-voz do Ministério da Saúde do Líbano à agência de notícias Reuters.
O porta-voz afirmou que 12 profissionais de saúde estavam entre os mortos no sul do país.
Os ataques atingiram diferentes áreas de Beirute, incluindo uma região próxima ao calçadão à beira-mar. Imagens mostram prédios danificados e fumaça intensa, enquanto ambulâncias circulam continuamente pela cidade.
De acordo com o Ministério da Saúde libanês, mais de 1.500 pessoas já morreram e cerca de 4.800 ficaram feridas desde o início do conflito, números divulgados antes da ofensiva mais recente.
O Exército de Israel classificou a ação como a maior operação coordenada no país até agora. Segundo os militares, mais de 100 alvos ligados ao Hezbollah foram atingidos em Beirute, no Vale do Bekaa e no sul do território.
Em comunicado, o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que centenas de integrantes do grupo apoiado pelo Irã foram atingidos. Ele descreveu a ofensiva como o maior golpe contra a organização desde setembro de 2024, quando uma ação israelense provocou a explosão de milhares de dispositivos usados por seus membros.
Fonte: CNN Brasil
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