Homem é preso em Rondônia suspeito de abusar sexualmente da própria filha de 6 anos

Homem é preso em Rondônia suspeito de abusar sexualmente da própria filha de 6 anos

Investigação da Polícia Civil começou após denúncia anônima e revelou histórico de violência e suspeitas de crimes semelhantes contra outra filha

Porto Velho, RO - A Polícia Civil do Estado de Rondônia cumpriu, na manhã de sábado (7), um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por abusar sexualmente da própria filha, uma criança de apenas seis anos. A prisão ocorreu no município de Alvorada d'Oeste.

A ação foi resultado de uma força-tarefa mobilizada para garantir a proteção da vítima dentro do ambiente familiar.

Investigação começou após denúncia anônima

As investigações tiveram início após uma denúncia anônima que relatava episódios de violência ocorridos dentro da residência da família.

Durante as diligências preliminares, os policiais reuniram evidências consideradas suficientes para solicitar à Justiça a prisão preventiva do suspeito.

O caso ganhou maior gravidade quando os investigadores cruzaram informações com registros da delegacia de São Francisco do Guaporé, onde o homem já era monitorado por suspeitas de crimes semelhantes cometidos contra outra filha.

Histórico aponta padrão de violência

Além das suspeitas de abuso sexual, o histórico criminal do detido também revela registros anteriores de violência doméstica.

Na comarca de Alvorada d'Oeste já constavam ocorrências de maus-tratos praticados pelo suspeito contra outros filhos.

Segundo a Polícia Civil, a reincidência e a gravidade das acusações foram determinantes para que a Justiça decretasse a prisão preventiva, medida que busca interromper o ciclo de violência e garantir a integridade física e psicológica das crianças envolvidas.

Polícia reforça importância de denúncias

Em nota, a Polícia Civil destacou que a colaboração da sociedade, por meio de canais de denúncia, é uma ferramenta essencial para o combate a crimes de natureza sexual, que muitas vezes permanecem ocultos por medo ou dependência emocional das vítimas.

A instituição reforçou que o sigilo das denúncias é garantido e incentivou a população a utilizar os canais oficiais sempre que houver suspeita de violência contra crianças e adolescentes.

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