Porto Velho, RO - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a pena de 30 anos de prisão aplicada ao ex-anestesista Giovanni Quintella Bezerra, condenado por estuprar duas mulheres que estavam sedadas durante procedimentos de parto em uma unidade hospitalar da Baixada Fluminense.
A decisão foi tomada pela 2ª Câmara Criminal, que rejeitou o recurso apresentado pela defesa e confirmou todos os termos da sentença anterior. Além da prisão, ficou mantida a obrigação de pagamento de R$ 50 mil em indenização para cada uma das vítimas.
Os desembargadores ressaltaram a extrema gravidade dos crimes e o desrespeito à dignidade das pacientes, que estavam em condição de total vulnerabilidade.
O médico também já havia perdido o direito de exercer a profissão após ter o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj). O caso segue sob segredo de Justiça.