Presidente da Câmara denuncia atraso de salários de médicos em unidades de saúde de Vilhena

Presidente da Câmara denuncia atraso de salários de médicos em unidades de saúde de Vilhena

Presidente da Câmara de Vilhena denuncia atraso salarial de médicos na rede municipal

Porto Velho, RO - O presidente da Câmara Municipal de Vilhena, vereador Celso Machado (PL), tornou pública uma grave denúncia envolvendo a gestão da saúde na “Cidade Clima”, em Rondônia. Em vídeo divulgado nesta segunda-feira (6), o parlamentar afirmou que médicos que atuam no Hospital Regional e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) estariam sem receber salários desde novembro de 2025.

Mesmo diante da situação de insegurança financeira, Celso Machado destacou que os profissionais continuam cumprindo seus plantões e mantêm os atendimentos à população nas duas unidades de saúde. Segundo ele, o problema vai além da folha de pagamento dos médicos.

O vereador relatou ainda que fornecedores de serviços e de insumos essenciais também enfrentam atrasos nos pagamentos, que já chegam a três meses, o que, na avaliação do parlamentar, coloca em risco o abastecimento de materiais e a continuidade do funcionamento da rede municipal de saúde.

Versões divergentes

Em resposta à denúncia, o secretário municipal de Saúde de Vilhena, Wagner Borges, apresentou uma versão diferente sobre a situação financeira. De acordo com o gestor, a Prefeitura de Vilhena tem realizado regularmente os repasses à Santa Casa de Chavantes, organização social responsável pela gestão do Hospital Regional e da UPA.

Segundo o secretário, os pagamentos são efetuados dentro do prazo legal, até o quinto dia útil de cada mês, o que indicaria que não há pendências por parte do Executivo municipal.

Cobrança por esclarecimentos

Diante das informações conflitantes, a situação levanta questionamentos sobre a aplicação dos recursos pela entidade gestora. O Legislativo municipal cobra esclarecimentos imediatos e providências para evitar um possível colapso no atendimento de saúde pública em Vilhena.

O caso deve seguir sendo acompanhado pelos vereadores e pelos órgãos de controle.




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