Polícia Federal realiza operações contra garimpo ilegal de ouro em Guajará-Mirim

Polícia Federal realiza operações contra garimpo ilegal de ouro em Guajará-Mirim

Suspeito foi presos em flagrante durante as ações. Órgãos ambientais e de forças de segurança estaduais e internacionais trabalharam em conjunto.

Operação da PF contra garimpo ilegal em Rondônia — Foto: PF

Porto Velho, RO - A Polícia Federal (PF) deflagrou duas operações recentes para combater o garimpo ilegal de ouro na região de Guajará-Mirim (RO), na fronteira entre o Brasil e a Bolívia. As ações resultaram na prisão de uma pessoa e na inutilização de dragas utilizadas na extração clandestina do minério.

As operações contaram com o apoio de órgãos ambientais, além de forças de segurança estaduais e internacionais, reforçando a atuação integrada no enfrentamento aos crimes ambientais e transnacionais na região de fronteira.

Ação conjunta Brasil–Bolívia

No dia 12 de janeiro, mais de 50 agentes brasileiros e bolivianos participaram de uma grande operação nos rios Mamoré e Madeira, no lado brasileiro, e no rio Madre de Dios, em território boliviano.

Durante a ação, três dragas ilegais foram inutilizadas e frascos de mercúrio foram apreendidos. A substância, altamente tóxica, é amplamente utilizada no garimpo ilegal e provoca graves danos ao meio ambiente e à saúde humana. Na ocasião, uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

Mandados e investigações

Em outra frente da investigação, no dia 13 de novembro, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão no município de Guajará-Mirim. A ação teve como objetivo apurar crimes de exploração ilegal de ouro e de usurpação de bens da União.

Segundo a PF, as investigações continuam para identificar os financiadores e demais envolvidos no garimpo clandestino que atua na região.

Operação Madeira Mamoré

As ações fazem parte da Operação Madeira Mamoré, que tem como foco o combate ao garimpo ilegal, aos crimes ambientais e às organizações criminosas transnacionais que atuam na faixa de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

Fonte: G1/RO

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