Incêndio em caminhão provoca horas de congestionamento na BR-364, em Jaru, e gera críticas à concessionária Nova 364

Incêndio em caminhão provoca horas de congestionamento na BR-364, em Jaru, e gera críticas à concessionária Nova 364

Veículo carregado com bebidas permaneceu sobre a pista por horas após controle das chamas; motoristas enfrentaram filas quilométricas

Porto Velho, RO - Motoristas que trafegavam pela BR-364, no município de Jaru (RO), enfrentaram horas de transtornos nesta quarta-feira (21) após um caminhão carregado com bebidas pegar fogo nas proximidades da conhecida “Curva da Morte”, trecho marcado por histórico de acidentes.

O incêndio teve início por volta das 15h e rapidamente chamou a atenção de quem passava pela rodovia. Apesar do controle das chamas, o caminhão permaneceu sobre a pista por várias horas, comprometendo completamente o tráfego nos dois sentidos da via.

A situação gerou forte indignação entre os motoristas, que atribuíram a demora na liberação da rodovia à concessionária Nova 364, responsável pela administração do trecho.

Até aproximadamente 22h, o fluxo de veículos seguia extremamente lento e, em muitos momentos, totalmente parado. Com o passar das horas, filas quilométricas se formaram, elevando o estresse de caminhoneiros e condutores de veículos de passeio.

Relatos apontam que, mesmo após o incêndio ter sido contido, não havia equipes atuando na remoção do caminhão, apenas uma sinalização improvisada no local.

“Fiquei quase uma hora parado na fila. Quando cheguei perto, não tinha ninguém trabalhando. O caminhão ainda estava em cima da pista”, reclamou um motorista.

Outros usuários da rodovia avaliaram que a situação poderia ter sido resolvida com mais agilidade, minimizando os impactos no trânsito e os riscos à segurança.

“Era possível retirar o veículo ou, ao menos, liberar parcialmente a via. A demora foi injustificável”, afirmou outro condutor.

A atuação da concessionária Nova 364 foi duramente criticada por quem ficou retido no congestionamento, especialmente por se tratar de um trecho considerado perigoso, onde a lentidão e a falta de resposta rápida aumentam significativamente o risco de novos acidentes.


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