Área devastada equivale a 15 km² ou cerca de 2.200 campos de futebol. Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau abriga 426 indígenas de diferentes povos.
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Terra Indígena Uru Eu Wau Wau — Foto: Censipam e Planet
Porto Velho, RO - Um suspeito de desmatar 1.573 hectares no entorno da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, foi multado em R$ 10 milhões pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A área devastada equivale a 15 km² ou cerca de 2.200 campos de futebol. O local foi embargado e uma motosserra apreendida.
🔎 A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau abriga 426 indígenas de diferentes povos, além de grupos isolados, distribuídos em 12 aldeias.
A autuação aconteceu durante a operação de desintrusão iniciada no dia 8 de setembro, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação, coordenada pela Casa Civil, tem apoio de Ibama, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e forças de segurança.
Até domingo (14), as equipes já haviam realizado 25 ações de fiscalização, incluindo patrulhamento aéreo e terrestre e notificações a invasores. O objetivo é expulsar ocupantes irregulares, cancelar cadastros rurais ilegais e proteger o território indígena.
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Terra Indígena Uru Eu Wau Wau — Foto: Censipam e Planet
Porto Velho, RO - Um suspeito de desmatar 1.573 hectares no entorno da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, foi multado em R$ 10 milhões pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A área devastada equivale a 15 km² ou cerca de 2.200 campos de futebol. O local foi embargado e uma motosserra apreendida.
🔎 A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau abriga 426 indígenas de diferentes povos, além de grupos isolados, distribuídos em 12 aldeias.
A autuação aconteceu durante a operação de desintrusão iniciada no dia 8 de setembro, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação, coordenada pela Casa Civil, tem apoio de Ibama, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e forças de segurança.
Até domingo (14), as equipes já haviam realizado 25 ações de fiscalização, incluindo patrulhamento aéreo e terrestre e notificações a invasores. O objetivo é expulsar ocupantes irregulares, cancelar cadastros rurais ilegais e proteger o território indígena.
Fonte: G1-Rondônia
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