Rondônia, 31 de março de 2026
Passageiro do submarino Titan já havia ficado preso debaixo d’água por 3 dias

Passageiro do submarino Titan já havia ficado preso debaixo d’água por 3 dias


Mergulhador Paul-Henri Nargeolet foi uma das cinco vítimas da implosão do submarino da OceanGate no mês passado


Porto Velho, RO - O mergulhador Paul-Henri Nargeolet, uma das cinco vítimas da implosão do submarino Titan no mês passado, já havia ficado preso debaixo d’água durante três dias em uma viagem anterior.

De acordo com o jornal “Insider”, Christine Dawood, esposa do empresário paquistanês Shahzada Dawood e mãe de Sulaiman Dawood, que também morreram no acidente, afirmou em entrevista que Nargeolet fez uma apresentação sobre suas viagens anteriores.


Ela contou que o mergulhador já havia ficado três dias preso durante uma outra expedição ao Titanic.

“[Eu já fiquei] preso lá por três dias e o submarino estava sem comunicação”, disse ao jornal “The New York Times”.

A esposa de Dawood afirmou também que, apesar da história contada por Nargeolet, seu marido se manteve empolgado com a expedição que faria.

“Isso é tão legal”, ela se lembra dele dizendo. “Ele estava absorvendo tudo. Ele tinha um grande brilho no rosto falando sobre todas essas coisas nerds.”


O Acidente


O submarino Titan, da OceanGate, desapareceu no dia 18 de junho, um domingo, no Oceano Atlântico Norte, durante uma expedição que viajaria até os destroços do Titanic.

A Guarda Costeira dos Estados Unidos confirmou a morte dos passageiros do submarino no dia 22, após os destroços terem sido encontrados, indicando uma implosão da cabine.


Estavam no submarino o empresário britânico Hamish Harding; o mergulhador Paul-Henri Nargeolet; o empresário paquistanês Shahzada Dawood e seu filho, Sulaiman Dawood; e o CEO e fundador da OceanGate, Stockton Rush.

“Em nome da guarda costeira dos EUA dou os pêsames para as famílias. Só consigo imaginar como isso tem sido para eles e espero que essa descoberta traga algum conforto nesse momento tão difícil”, disse na época o contra-almirante John Mauger, comandante do Primeiro Distrito da Guarda Costeira, em entrevista à imprensa.


Fonte: CNN Brasil

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