Elo de aproximação entre ministro e MST preocupa produtores

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Elo de aproximação entre ministro e MST preocupa produtores


O texto também expõe outras questões relacionadas ao PT que causam desconfiança no órgão

Porto Velho, RO -
Com menos de uma semana à frente do Ministério da Agricultura, Carlos Fávero já desagrada o setor mais importante da economia brasileira. A proximidade entre o ministro e o MST — invasores de terra — colocou em alerta a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT).

Por meio de uma nota publicada na sexta-feira 6, a Aprosoja-MT tornou publico seu posicionamento sobre o novo ministro da agricultura escolhido por Lula. A instituição reúne os agricultores do Estado com a maior safra do país.

“A posição institucional é a preocupação em relação às atitudes do atual ministro, desde antes da posse, a exemplo da aproximação aos movimentos de invasão de terra que preocupa muito o setor produtivo, porque a essência da produção é a propriedade privada” informa a instituição. “Em hipótese alguma podemos concordar com uma organização que fomenta invasão de propriedades, isto é crime definido no Código Penal.”

Além do elo entre o ministro e o MST

O texto também expõe outras questões relacionadas ao PT que causam desconfiança no órgão. Entre elas, uma ação judicial de autoria da legenda para alterar o calendário de plantio da soja que pode dificultar o manejo da cultura.

“Nós sabemos que tem uma ação do Partido dos Trabalhadores contra o calendário de plantio da soja em Mato Grosso e outra contra o Instituto Mato-grossense do Agronegócio que vão contra a posição da grande massa dos produtores do Estado, representados pela Aprosoja-MT”, informa a instituição.

“Também nos preocupa a questão do armazenamento, precisamos saber como isso vai funcionar a partir da divisão da pasta. Os pequenos e médios produtores só terão viabilidade no médio prazo se tiverem estrutura de armazenagem em suas propriedades e isso é uma política pública que precisa ser tratada como prioridade.”

Fonte: Revista Oeste


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