Porto Velho, RO - Após uma espera recorde, o ex-ministro da Justiça e ex-Advogado-Geral da União, André Mendonça, é sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal nesta quarta-feira (1º). Os senadores que integram a CCJ começam a votar a indicação do nome indicado do presidente Jair Bolsonaro (PL).
São 27 votos nesta etapa — Mendonça precisa de pelo menos 14. Caso aprovado, a indicação será submetida ao plenário do Senado. No plenário, ele precisa ser aprovado pela maioria absoluta da Casa — ao menos 41 dos 81 senadores.
Em suas declarações iniciais na CCJ, Mendonça resolveu firmar “comprometimentos” com o Estado Democrático de Direito, bem como com o Estado laico e com a igualdade jurídica “entre todas as partes”. “Na vida, a Bíblia; no Supremo, a Constituição”, declarou.
A sabatina é a continuidade do caminho Mendonça a uma das cadeira do Supremo Tribunal Federal (STF), desocupada desde a aposentadoria do ex-ministro Marco Aurélio Mello, e foi marcada pela espera recorde entre a indicação por parte de Jair Bolsonaro (PL) e a marcação da sabatina na CCJ, presidida pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).