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Pitbull fareja e desenterra corpo de bebê de 5 meses com mãos e pernas amputadas



A delegacia de Polícia Civil, por meio do Núcleo de Homicídio e Proteção à Pessoa, busca pelo paradeiro da mulher de iniciais [R. G.], 22 anos, mãe do bebê identificado apenas pela inicial [B.], 5 meses, que teve braços e pernas arrancados e foi enterrado no quintal de casa na Rua Itajaí, bairro Benjamin Raiser, em Sorriso (420 km da Capital).

Uma segunda mulher, nome não divulgado, que morava com [R. G.] e o bebê na casa também não foi encontrada até o momento e é procurada pelos investigadores.

A polícia investiga o envolvimento das duas na morte cruel e brutal do recém-nascido.

O bebê foi desenterrado por uma cadela Pitbull, de uma casa vizinha, que farejou o corpo da criança no quintal e arrastou até o portão na beira da rua.

A dona do animal viu a cena, entrou em estado de choque e chamou um amigo para confirmar o que tinha visto e os dois acionaram a Polícia Militar.

O local foi isolado, os investigadores da Homicídios e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionados para os procedimentos no local, porém, as moradoras não estavam em casa e a primeira informação é de que estavam em viagem e o recém-nascido ficado aos cuidados de uma babá.

No entanto, vizinhos teriam relatado à polícia que [R. G.] foi vista na casa ainda no domingo.

De acordo com a análise inicial da perícia, em relação ao estado de decomposição do cadáver, o bebê estaria morto a cerca de três dias.

Ainda durante os procedimentos na residência, outras escavações foram feitas no quintal da casa, porém, as partes amputadas da criança ainda não foram localizadas.

O caso segue sob investigação.

Entenda o caso

Uma testemunha relatou que na casa morava a mãe da criança, [R. G.], e uma ‘amiga’, que dividiam os custos da residência.

Explicou que [R. G.] tinha um bebezinho e que o recém-nascido desenterrado pelo Pitbull provavelmente seria o filho da vizinha ‘desaparecida’.

Os peritos analisaram as condições em que o corpo foi encontrado, sendo os braços arrancados a partir do cotovelo e as pernas cortadas na altura do joelho, além de estar em avançado estado de decomposição. Ainda periciaram a casa e o quintal para coletar evidências que determinem as circunstâncias do fato.

Em seguida, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia, que vai determinar a causa clínica da morte.

“Infelizmente uma cena deplorável. Tem um bebê enterrado embaixo do tanque, amputado, está bem inchado e é algo que choca a gente que está acostumado a ver de tudo. É muita maldade, quantas pessoas querem ter um filho e não conseguem. Por que uma pessoa dessa não doa, prefere matar e enterrar. O crime não vai ficar impune, a mãe já foi identificada, agora vai ter investigação para saber o envolvimento dela e da amiga. A mãe foi viajar, mas já disseram que ela esteve aqui ontem. A polícia está em cima e vai descobrir”, falou o investigador Roberto Pinto à imprensa local.


Foto: Reprodução/Repórter MT

Fonte: Repórter MT

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