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Operação tenta desvendar o maior assalto de Cacoal



Na manhã desta sexta-feira (12), a Delegacia Especializada em Repressão a Furtos, Roubos, Extorsões, Sequestro, Estelionatos e outras Fraudes (Patrimônio), deflagrou a Operação Adámas para cumprir cinco mandados de buscas e apreensão nas residências de suspeitos participarem do roubo de diamantes, ocorrido no dia 27 de janeiro deste ano em Cacoal.

De acordo com a Polícia, esse foi o maior assalto da história do município. Jean V. S. e Valdir M.C. roubaram aproximadamente R$ 35 mil, US$ 3 mil, 18 pedras de diamantes e um veículo Hyundai HB 20.

Durante a fuga, os criminosos perderam o controle do veículo e colidiram com uma carreta. Coincidentemente, uma viatura do Corpo de Bombeiros passava pelo local e, de imediato, foram prestar socorro, mas Jean Verllé atirou contra um militar do Bombeiro.

Um policial militar revidou os disparos e o criminoso Jean Verllé, que estava vestido com uma blusa com o emblema da Polícia Civil, morreu no local. O comparsa dele Valdir Martins foi preso.

Segundo a Polícia, o dinheiro e as pedras foram recuperados. Os diamantes estão avaliados em R$ 1 milhão.

O delegado Frankie Lopes de Souza, titular da DERF de Cacoal, presidiu as investigações. Ele identificou que uma associação criminosa teria articulado o crime.

A Polícia descobriu que uma mulher entregou R$ 500 mil para os bandidos, outra ficou responsável pela confecção das camisetas com emblemas da Polícia Civil, um homem deu abrigo para um dos criminosos, três apenados planejaram o roubo de dentro do presídio Agenor Martins de Carvalho, e Jean Verllé da Silva e Valdir Martins de Castro executaram o roubo.

Nesta manhã, aproximadamente 50 policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão no interior do Presídio Agenor Martins de Carvalho, com apoio da Polícia Penal.

Na residência dos envolvidos foram apreendidos sete aparelhos celulares e porções de maconha. Os aparelhos celulares serão periciados para auxiliar nas investigações.

A Polícia informou ainda, que um dos presos identificado como “Peris” entrou em contato por telefone com o corretor em Cacoal, enquanto o outro preso denominado “General” se passou por um comprador, dizendo que enviaria seu filho e o segurança para avaliar os diamantes.

Os assaltantes se passaram por compradores de diamantes, e após confirmarem a autenticidade das pedras, se disfarçaram de policiais civis, deram voz de prisão ao vendedor e corretor. Em seguida, os criminosos disfarçados de policiais pediram dinheiro para liberar os criminosos.

O nome da Operação que sugerimos é “Adámas”, referente à origem da palavra diamante, que é uma palavra de origem grega, derivada da palavra adamas, que significa indestrutível.


Fonte: Rondoniagora

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