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Adelino Follador denuncia Energisa por continuar descaso com o consumidor



O deputado Adelino Follador (DEM) se indignou, nesta segunda-feira (11), com a falta de respeito da empresa Energisa com os consumidores da Linha C-20, TB-80, região do município de Cacaulândia.

Segundo o parlamentar, ele recebeu várias denúncias de moradores da Linha, relatando que a energia acabou às 18h00m de sábado (09) e até o meio dia de segunda-feira (11) não havia reestabelecido o serviço, totalizando mais de 40 horas sem que a empresa atendesse os moradores.

Os moradores disseram que protocolaram a informação da falta de energia, através da linha de atendimento da empresa, na manhã de domingo (10), porém, continuaram sem energia, e na manhã de segunda-feira (11) voltaram a contatar a empresa para reclamar, e tiveram a informação de que no sistema constava que já havia reestabelecido a energia, ou seja, se os moradores não tivessem condições de informar a empresa iria permanecer sem energia “Deus sabe até quando”. E ainda, a informação mais confortante por parte da Energisa é: “É preciso aguardar”.

Essa inoperância, irresponsabilidade por parte da empresa representou prejuízos a dezenas de produtores rurais, com o comprometimento no armazenando do leite, utensílios de alimentação e até mesmo a água para beber começou a ficar escassa.

Outra denúncia feita ao deputado, por um morador da mesma região, é de uma situação em que o consumidor deixou de pagar uma conta de outubro, e quando chegou a sua residência a energia estava cortada, ao ligar e perguntar se podiam cortar mesmo na pandemia, a Energisa informou que a partir do dia 1º poderiam cortar. Porém, a empresa descumpriu a Lei 14.015 que proíbe o corte sem a devida comunicação prévia e também “É vedada a suspensão da prestação de serviço em virtude de inadimplemento por parte do usuário que se inicie na sexta-feira, no sábado ou no domingo, bem como em feriado ou no dia anterior a feriado". 

Há também denúncias em que funcionários da empresa estão indo nas residências e realizam o TOI (Termo de Ocorrência de Irregularidades), mesmo não existindo a irregularidade, apontando possíveis evidências, e após isso, o consumidor é surpreendido com uma conta altíssima, completamente injusta, exorbitante e fora da realidade, baseando-se de forma abstrata em termos da Resolução 414 da Aneel.

“Alguma medida deve ser tomada com urgência, ainda estamos esperando os resultados concretos a partir das irregularidades apontadas pela CPI da Energisa, a população não aguenta mais tanto desrespeito”, concluiu Adelino.


Texto: Assessoria
Foto: Marcos Figueira-ALE/RO

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