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Volume de chuvas das últimas horas representou 30% do esperado para o mês em Porto Velho

O volume de chuvas registrado nas últimas 24 horas, durante o temporal em Porto Velho, representou 30% de todo o esperado para o mês de setembro, segundo o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). Na estação do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira, pertencente a Aeronáutica, choveu 25mm, enquanto o pluviômetro localizado na ponte sobre o rio Madeira, pertencente a Agência Nacional de Águas (ANA), choveu 36,4 mm nas últimas 24 horas.

De acordo com o meteorologista Luiz Alves dos Santos Neto, a chuva foi generalizada sobre a cidade, com pouca diferença de valor entre os bairros. No entanto, apesar de ter sido um temporal, pois a chuva caiu com forte intensidade sobre a cidade, não provocou fortes ventos como os registrados nos dias anteriores. “Este temporal foi provocado por um sistema meteorológico de mesoescala conhecido como ‘Linha de Instabilidade’, um fenômeno que organiza nuvens de tempestade em forma de linha e que por onde passa provoca muita chuva e ventos fortes. É típico desta época do ano na capital”, informou o meteorologista por meio de nota.

Ainda, para todo o mês de setembro chove, em média, 119,9 mm, conforme o considerado normal para Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). “Tomando como base o valor registrado no pluviômetro da ANA, temos que nas últimas 24h choveu 30% de todo o esperado para o mês”, disse a nota.

Período de chuvas

Conforme o meteorologista, o período de seca em Porto Velho já passou, pois vai até agosto, alguns casos esporádicos, se estendendo até meados de setembro. “Agora estamos no período de transição da estação seca para a estação chuvosa, onde a frequência de eventos de chuva é maior que nos meses anteriores, mas ainda ocorrem dias muito quentes e sem chuva”, disse.

De acordo com o último boletim climático elaborado pelo Sipam, não são esperados variações além da normalidade na precipitação sobre o estado de Rondônia até novembro. A previsão é de normalidade.




Fonte: Rondôniagora

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