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Prefeitura diz que ainda tem vagas mas admite terceirizar cemitérios

CEMITÉRIOS

Prefeitura informou que não há falta de vagas nos cemitérios públicos de Porto Velho. A nota esclarece ainda que o município poderá contratar 600 vagas em cemitérios particulares e abrir mais 400 no Santo Antônio, numa eventual necessidade.

MAIS ESPAÇO 

Já teria sido feito estudo para usar uma outra área no Cemitério Santo Antônio que possibilitaria manter isolamento em relação as demais sepulturas. 

CONFUSO

Embora haja a nota esclarecendo o que escrevi acima, a prefeitura também informa que existe um planejamento por parte da gestão municipal com objetivo de contratar 600 vagas em cemitérios particulares, sendo que o processo licitatório já está bem adiantado.

NÃO ENTENDI

Ora, se não há risco nenhum de colapso e existe a possiblidade de serem abertas mais 400 vagas no cemitério Santo Antônio então porque contratar vagas em cemitérios particulares.

OUTRA OPÇÃO

O Município esclarece ainda que trabalha com a possibilidade de firmar uma Parceria Público Privado (PPP), para a construção de um novo cemitério municipal. Só que nesse caso, o processo demora um pouco mais.

ESGOTOU

Com relação aos sepultamentos no Cemitério dos Inocentes, a Prefeitura informa que o local não comporta mais novas vagas.

TRANSTORNO

Vale lembrar que os sepultamentos, se vierem a ocorrer em cemitérios particulares, terão prazo de validade. Embora haja a esperança de vida eterna após a morte, a prefeitura não disse que vai pagar sepulturas particulares eternamente.

REMOÇÃO

Quando for concluída a construção de um novo cemitério público é bem provável que restos mortais de pessoas vítimas de coronavírus, que foram sepultados em cemitérios particulares, terão que ser transferidos. 

IRRESPONSABILIDADE

Animal abatido por policiais militares foi “jogado” em um terreno na rua Da Beira com Buenos Aires, no bairro Nova Porto Velho. Uma parte da búfala foi carneada e o restante dos restos ficou no local. Ninguém sabe quem deixou o animal lá.

DÚVIDA

Muita gente escreveu para o Rondoniaovivo querendo saber o que a PM fez após ter abatido o animal. Em nota, a Sesdec informou que uma equipe de policiais militares ficou no local até perto de meia noite. 

SEM RESPOSTA

Diz a nota ainda, que os PMs acionaram os órgãos municipais de controle animal para a remoção da búfala o que seria competência da prefeitura. Ninguém do município apareceu e próximo de meia noite a equipe que estava no local dos fatos foi acionada para dar apoio a outra ocorrência urgente.

OUTRO LADO

A Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Porto Velho não respondeu os questionamentos da coluna.

EDITAIS INCOMPLETOS

O advogado Caetano Neto enviou para a coluna um alerta em relação as convenções municipais. Segundo Caetano, vários editais, já publicados, informam sobre a realização de convenção municipal, mas não mencionam qual meio de plataforma a convenção será realizada, se presencial ou sistema de videoconferência.

IRREGULAR

A ausência da modalidade no Edital, de acordo com o advogado, pode fazer a Justiça Eleitoral indeferir a realização da convenção sobre alegação de que não constou qual plataforma seria realizada a convenção partidária, se presencial (físico) ou por videoconferência, conforme assegura a Resolução TSE n 23.623.

CORREÇÃO

O advogado recomenda a publicação de "errata", sem necessidade de constar como Ordem do Dia, para os casos em que o Edital não informou a modalidade da convenção. Caetano explica que nos casos de videoconferência, a Justiça Eleitoral também precisa saber quem será o responsável pela operação do sistema.

ADIADO

A lentidão nos trabalhos de reformas nos aeroportos de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal, fez a Azul adiar a previsão de retorno de suas operações nas cidades rondonienses.

NOVOS PRAZOS

A companhia aérea informou que em Vilhena pretende voltar a operar em novembro. Ji-Paraná em dezembro e em Cacoal somente em fevereiro de 2021. O cronograma de retomada, no entanto, dependerá da conclusão das obras de infraestrutura em cada terminal.

Avião da Azul no aeroporto de Cacoal

OUTRO LADO

A Secretaria de Comunicação do Governo de Rondônia não respondeu os questionamentos da coluna.

AINDA SOBRE AVIAÇÃO

O segmento de cargas, um dos menos glamourosos da aviação, se tornou uma das únicas fontes de renda das companhias aéreas em meio à crise causada pela pandemia de coronavírus. A queda no número de voos, combinada com o aumento no consumo de itens que vão de iPhones a remédios, elevou as taxas de frete.

DEVE SE MANTER

Com muitas pessoas ainda em quarentena e comprando majoritariamente pela internet, a tendência é que a demanda permaneça alta, especialmente com a aproximação das festas de fim de ano.


Fonte: CÍCERO MOURA/RONDONIAOVIVO

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