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Empresário não apresentou nenhuma gravação ou documento que provasse que Marcito Pinto pediu propina

 



Empresários Fábio Antônio de Faria, Allan Muller Cirino e Edis Custódio Moura e esposo Fausto Oliveira de Moura (delator) da empresa MFM

Porto Velho, RO – Segundo fontes do jornal O OBSERVADOR o empresário Fausto de Oliveira Moura foi monitorado pela Polícia Federal e não tem nenhum documento ou gravação que envolva o prefeito de Ji-Paraná Marcito Pinto (PDT). 

A prisão do prefeito foi decretada por depoimento pessoal do empresário Fausto de Oliveira Moura, onde ele alega que o prefeito pediu R$ 150 mil em 15 parcelas, sendo que R$ 50 mil teria sido pagas em 3 parcelas de R$ 10 mil e uma de R$ 20 mil, mas não apresentou nenhum documento ou gravação. 

O empresário alega que os pedidos foram feitos após renovação dos contratos das empresas RLP e MFM, onde tem como sócios Fábio Antônio Farias, Allan Thiago Muller Cirino e Edis Custódio Moura, esposa Fausto de Oliveira Moura. 

CIDADES COM CONTRATO 
A empresa MFM e RLP tem contratos com as cidades de Presidente Médici, Cacoal, Primavera de Rondônia, Santa Luzia, São Francisco do Guaporé, Seringueiras, Teixeiropólis, Urupá, Vale do Paraíso, Rolim de Moura e São Felipe, todos contratos dos anos de 1997, 2012, 2013 e 2015. 

SIGILO 
Segundo apurou o jornal O OBSERVADOR a prisão dos prefeitos e os mandados de buscas e apreensões foram no dia 14 de setembro de 2020, pelo Desembargador Roosevelt Queiroz Costa - Relator, onde decretou acesso ao inquérito apenas ao Delegado de Polícia Federal, Flori Cordeiro de Miranda Júnior, presidente do inquérito policial e a Procuradoria Geral de Justiça.


Fonte: O OBSERVADOR

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