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Com seis ex-vereadores e esposa de outro como candidatos, partido tenta conquistar primeira cadeira na Câmara



Apesar de nominata forte, Avante ainda não anunciou nome que vai apoiar para prefeito


Porto Velho, RO - Partido considerado “nanico”, embora tenha emplacado 15 deputados estaduais e 7 federais em 2018, o Avante chama a atenção em Vilhena, pela “robustez” de sua nominata de pré-candidatos a vereadores no pleito deste ano. A sigla não tem nenhum filiado eleito na cidade.

A sigla, que ainda não anunciou oficialmente quem irá apoiar para prefeito, conta com nada menos do que seis ex-vereadores que vão tentar retornar ao poder. Além deles, há um ex-secretário municipal e a esposa de um ex-vereador que exerceu quatro mandatos consecutivos na cidade.

Já anunciaram a intenção de concorrer pelo Avante os seguintes ex-parlamentares: Ronaldo Alevato, Rael Zigue, Elias Músico, Rosivaldo Paiva, Pastor Francis Godoy e Pedrinho Sanches, sendo que este último exerceu mandatos na Câmara e também foi vice-prefeito de Cerejeiras.

Outros nomes da agremiação são o ex-secretário de Obras, Marcelo “Boca” e o servidor público Guilherme Naré. Fechando o comboio está a esposa do ex-veredor Carmozino Alves, Clérida Maria, lançada por ele que, em virtude de problemas judiciais, não poderá concorrer.

Com o fim das coligações partidárias, as legendas precisam ter, em seus quadros, candidatos considerados puxadores de votos, para que atinja o Quociente eleitoral. Entre os que organizam as candidaturas, o cálculo é que um partido precisará atingir, na soma total de seus candidatos, menos de 3.500 votos pra eleger pelo menos um vereador

O Quociente eleitoral é o total de votos válidos dividido pelo número de cadeiras na Câmara. Considerando-se que Vilhena registre 45 mil votos “bons”, e levando em conta que são 13 vagas na Câmara, cada partido precisará, portanto, de exatos 3.462 sufrágios.



Fonte: Folha do Sul

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