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Ações preventivas de saúde ajudam a combater a mortalidade materna em Rondônia




Porto Velho, RO - Ações voltadas para a redução da taxa de mortalidade materna e infantil têm sido implementadas pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), nos 52 municípios do Estado, o que vem mostrando resultados positivos. Em 2016, 24 óbitos foram registrados; em 2017 o número subiu para 26; em 2018 voltou a cair, sendo registrado 15; já em 2019 diminuiu para 13. Entre as medidas aplicadas, está o fortalecimento da atenção primária na saúde dos municípios.

A implantação do protocolo estadual de assistência ao pré-natal, puerpério, recém-nascido, e a capacitação de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem nos municípios são fatores que contribuem para a diminuição de óbitos.

“Com o PlanificaSus, que é um programa de atenção primária à saúde feito desde 2017 para trabalhar a redução de mortalidade materna e infantil, conseguimos bons resultados. Também implantamos normas e o protocolo nas unidades básicas de saúde e maternidades que abordam desde o trabalho de parto ao nascimento. Assim, o fortalecimento da regionalização da atenção materna para gestação de alto risco vem sendo feito em Rondônia”, explica a coordenadora Estadual Saúde da Mulher, Wanessa Carvalho Prado.

De acordo com a coordenadora, óbitos podem ser evitados com o acompanhamento certo da gestação. “É no pré- natal que essas mulheres são orientadas, principalmente sobre hipertensão, diabetes e infecção do trato urinário, doenças que podem resultar numa gestação de alto risco, colocando a vida da mãe ou do bebê em risco”, explica a coordenadora.

Outro trabalho desempenhado pela Coordenação Estadual Saúde da Mulher é o programa de Planejamento Familiar.

“Conseguimos fazer a distribuição dos métodos contraceptivos no programa de Planejamento Familiar, e orientamos como a mulher pode evitar uma gravidez indesejada”, esclarece a coordenadora.

A Sesau, juntamente com a Gerência de Programas Estratégicos de Saúde e Coordenação Estadual Saúde da Mulher, orienta as futuras mães que pré-natal deve ser iniciado assim que a gravidez for confirmada ou antes de completar três meses de gestação. Alguns exames, feitos durante o pré-natal, são importantes para detectar problemas que podem afetar tanto a criança quanto a mãe.

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